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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Você sabe o que Glúten?

Trigo - principal fonte de glúten

O glúten é uma proteína amorfa que se encontra na semente de muitos cereais combinada com o amido. Representa 80% das proteínas do trigo e é composta de gliadina e glutenina. O glúten é responsável pela elasticidade da massa da farinha, o que permite sua fermentação, assim como a consistência elástica esponjosa dos pães e bolos.

O glúten

O glúten é obtido da farinha de trigo e alguns outros cereais, lavando o amido (fécula). Para isso se forma uma massa de farinha e água, que é lavada, até a água tornar-se limpa. Para usos químicos (não alimentares) é preferível usar uma solução salina para obter o resultado. O produto resultante terá uma textura pegajosa e fibrosa, parecida com a do chiclete e seus derivados. A frase comum "contém glúten", encontrada em embalagens, serve para pessoas que possuem alergia a essa proteína selecionarem ou não esse alimento. O glúten é encontrado na maioria das vezes nos cereais.


Uso

French bread DSC09293.jpg
Uma vez cozido, o glúten adquire uma consistência firme e toma um pouco do sabor do caldo no qual foi cozido. Esta propriedade faz com que seja apreciado como substituto da carne nas cozinhas vegetarianas e budista.
Em assados, o glúten é o responsável pela permanência dos gases da fermentação no interior da massa, fazendo com que ocorra um aumento em seu volume. Depois do cozimento, a coagulação do glúten é responsável pela não desinflação do bolo ou pão.

Principais Doenças relacionadas com o glúten

As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestãonormal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.
Os autistas podem ser sensíveis ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias parecem ter um efeito opiáceo nestes indivíduos.
Foi comprovado que quando ingerido em excesso, o glúten causa diminuição

Quantidade e qualidade de glúten

A complexa estrutura de glúten proveniente de dois tipos de proteínas que absorvem água. A relação entre estas duas proteínas leva à formação de glúten, mais ou menos tenaz que diferencia os vários tipos de farinha nas suas qualidades tecnológicas. farinha de glúten tenaz e características extensível ", de alimentação adequada para o pão de farinha em vez de" fraco "ou" biscoito ".
A quantidade de glúten é determinada em laboratório, a mistura de farinha e água em um almofariz. A mistura resultante é "lavado" com uma solução salina (4% mono fosfato dissódico, pH 6,8 e 2% de NaCl) ou manualmente com um lavaglutine especial. Desta forma, ele vai escorrer deixando apenas uma fração do amido que é o glúten insolúvel em contato com uma solução salina. A quantidade de glúten assim obtida é chamada glúten úmido e é expresso como uma percentagem do peso da amostra analisada e extraídas do glúten, e sua umidade é medido em estufa a 80 ° C. O glúten úmido é seco para determinar glúten seco.
Para determinar a qualidade do glúten pode utilizar diferentes métodos. O método de Berlin é baseado no comportamento de glúten em uma solução de ácido fraco (presente glúten má qualidade faz com que a solução turva). Outro método avalia o sedimento formado após a dispersão da farinha em uma solução de ácido láctico, onde o glúten incha e se instala (Zeleny sedimentação). A extensão dos resultados de sedimentos em um valor de sedimentação da refeição varia dependendo da quantidade e qualidade de glúten: este valor está correlacionada positivamente com a atitude dos produtos de panificação.


Glúten nos cereais

O glúten pode ser encontrado nos seguintes cereais: trigo, cevada, aveia, triticale e centeio.
Não possuem glúten:

Vacina contra gripe H1N1 pode dar resultado ´´falso-positivo´´ em teste de HIV

Ministério da Saúde destaca segurança e eficácia da vacinação contra gripe suína

A coordenação do departamento de DST/AIDS do Ministério da Saúde divulgou comunicado interno, na manhã desta sexta-feira, advertindo para a possibilidade a vacina contra a gripe suína deturpar os resultados dos testes de HIV.

Segundo o órgão, o exame pode apontar erroneamente que a pessoa é portadora do vírus da AIDS – o "falso-positivo" – caso seja realizado menos de 30 dias após a vacinação contra a gripe suína.

O Ministério da Saúde divulgou nota informando que não há motivo para alarme e que a incidência de resultados "falso-positivo" é pequena. A recomendação é que as pessoas que tomaram a vacina e tiveram resultado positivo no exame de HIV realizem outro teste, denominado Western Blot, e que colha nova amostra de sangue após 30 dias.

Na nota, o Ministério da Saúde reitera a importância de tomar a vacina contra H1N1, e confirmam que ela é segura e eficaz.

A possibilidade de ocorrência do "falso-positivo" para HIV está ligada a alterações nos níveis de anticorpos IgM, que interferem no resultado do exame. Não há possibilidades de contrair Aids por meio da vacina contra a gripe suína.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Falsificação de remédios está em alta no mundo

Organização Mundial da Saúde alerta para o perigo da prática

OMS: falsificação de remédios está em alta

A produção e venda de medicamentos falsificados está em ascensão em países ricos e pobres, e cada vez mais consumidores as adquirem pela internet. A opinião é de especialistas que participam da reunião ministerial anual da OMS (Organização Mundial da Saúde).  Os remédios falsos ou abaixo do padrão costumam viajar escondidos, em sinuosos percursos, para mascarar seu país de origem, como parte de uma atividade criminal que vale bilhões de dólares, dizem eles.
Margaret Hamburg, do FDA (agência americana que regula alimentos e medicamentos), diz que "a falsificação está crescendo em complexidade, escala e escopo geográfico".
– Eles colocaram muita gente em risco de dano por produtos médicos que podem conter ingrediente ativo demais, de menos ou errado, e/ou conter ingredientes tóxicos.
Nos países ricos, a falsificação envolve "hormônios caros, esteroides, medicamentos anticâncer e produtos farmacêuticos relacionados ao estilo de vida", disse a OMS. Já nos países em desenvolvimento, especialmente na África, medicamentos falsificados costumam estar disponíveis para o tratamento de doenças graves como malária, tuberculose e Aids.
O delegado da Nigéria lembrou que, em fevereiro de 2009, 84 crianças do seu país morreram por causa de um xarope adulterado. Margaret Chan, diretora-geral da OMS, disse que os produtos ilícitos também aumentaram o problema da resistência a drogas, inclusive dos importantes medicamentos para o tratamento da malária e da Aids.
– Para o paciente, qualquer remédio com a segurança, eficácia ou qualidade comprometidas é perigoso.
Mas Índia e Brasil, importantes fabricantes de genéricos, alegam, com apoio de ativistas, que os grandes laboratórios farmacêuticos estão se aproveitando da preocupação com os remédios falsos para tentar proteger suas patentes contra concorrentes legítimos no setor de genéricos. O posicionamento ficou claro no discurso de Maria Nazareth Farani Azevedo, embaixadora do Brasil na OMS.
– Aquilo a que nos opomos é que um grupo de empresas privadas, com a ajuda do secretariado [da OMS], trave uma guerra nesta organização contra os medicamentos genéricos.
Mas Chan disse que a OMS não vai entrar no debate sobre a propriedade intelectual das patentes.
– O papel da OMS deve ser se concentrar na saúde pública, não no cumprimento da lei nem no cumprimento da propriedade intelectual.
Laboratórios farmacêuticos envolvidos em pesquisa e desenvolvimento de produtos dizem que os medicamentos falsificados representam uma ameaça aos pacientes e que não são os interesses comerciais que os movem nessa campanha.
Houve no ano passado 1.693 incidentes conhecidos de medicamentos falsificados, um aumento de 7%, segundo esse grupo de laboratórios, que inclui Bristol-Myers Squibb, Roche, GlaxoSmithKline e Sanofi-Aventis.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

699 pessoas receberam vacina da gripe suína errada no RS

Vacinas contra a gripe H1N1
Vacinas contra a gripe H1N1



Seiscentas e noventa e nove pessoas receberam doses erradas da vacina contra a gripe suína, no município de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Os casos aconteceram no dia 24 de abril.

De acordo com informações daBandNews TV, a Vigilância Sanitária afirmou que dentre as 699 pessoas que foram imunizadas incorretamente, 564 foram atendidas em uma unidade móvel e as outras 135 receberam as doses em uma unidade da Saúde da Família.

Segundo o presidente da comissão de sindicância aberta para apurar o erro, Daniel Santini, a suspeita é de que os reagentes da vacina não tenham sido misturados.

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